Abertura de inscrição do curso de especialização em Engenharia Ambiental Urbana da UFSB

O Centro de Formação em Tecno-Ciências e Inovação (CFTCI), no Campus Jorge Amado, em Itabuna, dará início, em breve, ao Curso de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Urbana (PPGEAU), modalidade Especialização. Serão ofertadas 35 vagas distribuídas em duas linhas de pesquisa: 1) Poluição Ambiental e Saneamento (20 vagas); Sustentabilidade e Mobilidade Urbana (15 vagas).

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O Curso de Especialização em Engenharia Ambiental Urbana tem como objetivo principal oferecer formação complementar a profissionais com atuação Urbano-Ambiental, capacitando-os ao atendimento das demandas atuais do planejamento urbano sustentável, particularmente em relação aos aspectos de poluição ambiental, saneamento, sistemas de transportes, mobilidade urbana, conforto ambiental, clima urbano e ambiente construído.

A arquitetura curricular do Curso tem duração de 1 ano (3 quadrimestres) e carga horária de 360 horas, distribuídas em Componentes Curriculares dispostos em 3 Módulos Temáticos de Conteúdo: Tronco Comum; Linha de Pesquisa em Poluição Ambiental e Saneamento; e Linha de Pesquisa em Mobilidade e Sustentabilidade Urbana. Em sua trajetória curricular, o estudante deverá escolher uma das linhas de pesquisa acima.

A admissão de candidatos se dará por meio de Edital Público de Seleção, a ser divulgado no site da UFSB, no qual serão descritas as etapas do Processo Seletivo, o sistema de cotas
adotado, entre outras normativas vigentes na UFSB.


As inscrições serão realizadas exclusivamente por meio de formulário eletrônico, a partir do dia 15 de fevereiro. Mais informações sobre o curso podem ser obtidas no site da UFSB
https://ufsb.edu.br/cftci/pos-graduacao
ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

CREA-BA vai atuar em parceria com municípios na avaliação de laudos técnicos das barragens

Na 3ª reunião com prefeitos, vereadores, autoridades e a sociedade civil organizada nesta quinta-feira, 7, em Barra do Rocha, para discutir ações preventivas relacionadas a barragem da Mirabela e demais barragens instaladas na região, foi firmado um acordo de cooperação técnica entre o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA/BAHIA) e a Amurc/municípios.

O termo de parceria assinado entre o CREA-BA e a AMURC, visa, dentre outras ações de parceria, a segurança das barragens instaladas nos municípios banhados pelo Rio de Contas. O presidente do órgão, Luis Edmundo Prado de Campos se comprometeu através das entidades de classes que fazem parte do Conselho, analisar tecnicamente os documentos fiscalizatórios apontados pelas empresas gestoras e o órgão público licenciador e fiscalizador.

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A parceria visa ainda a visita do CREA aos empreendimentos, caso necessário, com o objetivo de verificar mais de perto os equipamentos fiscalizados. Entre outros encaminhamentos da reunião promovida pela Associação dos Municípios da Região Cacaueira e o Consórcio Intermunicipal do Médio Rio das Contas (CIMURC), ficou definido a realização de audiências públicas com os municípios banhados do Rio de Contas, com a participação do CREA e autoridades regionais para discutir ações preventivas locais.

A reunião contou com a participação do prefeito de Jequié e presidente do Cimurc, Luiz Sérgio Gameleira, que chamou a atenção da existência de outras barragens na região, como Maracás, de Pedra do Cavalo e a do Funil. A ideia, segundo ele, é fortalecer o grupo de municípios banhados pelo Rio de Contas e junto com as empresas estabelecer um calendário de prestação de contas dessas barragens.

Ainda sobre o assunto, o prefeito de Barra do Rocha, atual vice-presidente da Amurc, Luís Sérgio Alves destacou que o presidente da União dos Municípios da Bahia – UPB, Eures Ribeiro está agendando uma audiência com o governador do Estado, os órgãos responsáveis pela fiscalização das barragens da Bahia. A ideia, segundo o gestor, é pensar em conjunto com as instituições, ações preventivas para os municípios.

 

Presidente do CREA-BA vai falar sobre segurança de barragens em reunião da Amurc e Cimurc

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA/BAHIA), Luis Edmundo Prado de Campos estará presente nesta quinta-feira, 7, na Câmara de Vereadores de Barra do Rocha, em uma reunião promovida pela Associação dos Municípios da Região Cacaueira e o Consórcio Intermunicipal do Médio Rio das Contas (CIMURC) para tratar sobre Segurança de Barragens.

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O 3ª encontro com prefeitos, autoridades e a sociedade civil organizada acontece com o objetivo de discutir ações preventivas visando prevenir possíveis danos ambientais e humano, por conta da barragem de rejeitos da Mirabela. Segundo o coordenador executivo da Amurc, Luciano Veiga, o assunto será ampliado para outras barragens que existem na Bahia e que podem ocasionar o mesmo dano em termos de sinistro.

O presidente do CREA, que é engenheiro civil e especialista em Solo vai apresentar as condições de segurança das barragens da Bahia. Ainda segundo ele, “serão apresentados assuntos relacionados a ação do órgão na região e serão firmadas parcerias com diversos municípios visando uma maior aproximação, principalmente na fiscalização de obras”, completou Luis.

Está prevista ainda na reunião, a assinatura de um termo de cooperação técnica entre a Associação/Município e o CREA/BA, visando a troca de informações para otimizar a atuação do órgão e das prefeituras associadas, além de projetar a implantação de um escritório de assistência técnica de engenharia nos municípios.

A Câmara de Vereadores de Barra do Rocha fica localizada na rua Maria Oliveira Bitencurt, s/n - Centro, Barra do Rocha – BA.

Tecnologia da Biofábrica é aprovada pelo Banco Mundial

Representantes do Governo do Estado apresentaram, nesta terça-feira (05), em Ilhéus, a Biofábrica de Cacau, projeto referência na produção de mudas de qualidade, a integrantes do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD/Banco Mundial).

A visita faz parte da programação da Missão de Avaliação do projeto Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e visa firmar uma parceria com a Biofábrica para fornecer mudas para os beneficiários do projeto contemplados nos editais de Fruticultura e Mandiocultura.

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O diretor-presidente da CAR, Wilson Dias, acompanhou a visita e revelou que a Biofábrica será parceira do projeto: "São mudas de qualidade, de cacau principalmente, mas também de outras espécies que ajudam os agricultores a terem o maior índice de produtividade nas suas propriedades. Por isso, fazemos questão de trazer o Banco para conhecer, porque é daqui que a gente pode fluir com essa possibilidade mudas de qualidade em cada propriedade dos agricultores familiares, gerando ampliação de renda e qualidade de vida".

A Biofábrica produz uma vasta quantidade de cultivares, entre mandioca, essências florestais, cacau e outras fruteiras e, recentemente, implantou o Kit Sistemas Agroflorestais (Kit SAF), que reúne mudas de cacau, açaí, graviola, abacaxi, urucum, goiaba, banana, mandioca, ipê, leucena, pau-cigarra, pau-brasil, olho de pavão, entre outras. O Kit SAF tem o objetivo de proporcionar ao agricultor, simultaneamente, um componente produtivo, arbóreo e de alimentação.

Para o diretor do Banco Mundial para o Brasil, Martin Raiser, foi satisfatório ver o trabalho dos especialistas que fazem multiplicar as mudas para entregá-las aos produtores: "Espero muito que essa fábrica continue seu papel de formar mudas de qualidade para todos os produtores. Visitamos alguns produtores e eles têm planos de expandir a área de cacau aqui no Sul da Bahia para resgatar um pouco a tradição do cacau, mas fazendo isso de maneira ecologicamente sustentável. Estou muito feliz de ver esse projeto, financiado com os recursos do Banco Mundial, se desenvolvendo".

Segundo o diretor da Biofábrica, Lanns Almeida, a relação com o Banco Mundial e com a SDR/CAR trará a efetividade de um investimento direto do Bahia Produtiva na compra de um material de alta qualidade genética e agronômica para a distribuição aos projetos atendidos: "Pra gente é um momento importante. Essa missão técnica no banco, aqui no parque fabril, nos enche de muito orgulho".

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Com apoio da Amurc, Itabuna sedia 1º Encontro Regional sobre Acácia Mangium

 Texto e fotos: Alline Meira 

Como uma iniciativa de incentivar a produção de mudas de acácia mangium para reflorestamento e possibilidade de melhorar a qualidade do solo da região, na manhã desta terça-feira, 05, no auditório da Faculdade Santo Agostinho em Itabuna, aconteceu o 1º Encontro Regional sobre Acácia Mangium.

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Prefeito de Jussari Antonio Valete fala em evento

Com apoio da Amurc, Ceplac, Prefeituras Municipais de Jussari e Itabuna e Instituto Chocolate, o evento buscou apresentar alternativas sustentáveis, sócio econômica e ambiental para as regiões de pecuária no sul da Bahia através da planta leguminosa.

Para o prefeito de Jussari e tesoureiro da Amurc, Antônio Valete, a associação está sempre preocupada com situações econômica e sustentável dos municípios da região e a busca por alternativas para a recuperação de áreas desgastadas é uma das prioridade.

“Com a mudança da cultura de produção de cacau para a criação gado é evidente o crescimento de áreas devastadas em nossa região. O apoio direto para este evento apresenta uma das alternativas para a recuperação das áreas degradadas, impulsiona a economia para os produtores, além de preservar o meio ambiente com a recuperação de áreas afetadas negativamente com o desmatamento”, destacou o representante da Amurc.

O coordenador do evento e diretor de agricultura da secretaria de Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente de Itabuna, Erlon Botelho, expressou que as leguminosas são conhecidas por contribuírem de forma significativa para a fixação de nitrogênio no solo, o que melhora a fertilidade do terreno.

“Além disso, a espécie acácia mangium também tem grande capacidade de adaptação a solos degradados, além de contribuir com matéria orgânica na cobertura do solo, mantendo sua umidade”, descreveu.

A variedade da leguminosa chama atenção pela alta qualidade de sua madeira, além de poder ser utilizada na construção civil e na fabricação de móveis. A árvore acácia também é propícia à utilização consorciada com outros cultivos, bem como para paisagismo, reflorestamento e recuperação de áreas degradadas sendo uma nova alternativa econômica e ambiental. 

Acácia Mangium 

A acácia mangium é originária da região que compreende o norte da Austrália. Suporta uma grande variação de temperatura e se adapta a solos de baixa fertilidade e drenagem. Mesmo assim, tem um crescimento porque requer poucos nutrientes para se desenvolver. Por isso sua produção é muito rentável.

Nova alternativa econômica e ambiental. Solução para as áreas desmatadas para a pecuária; alimento pra gado, madeira para a propriedade e produção de móveis. Poupança verde ou reservas energéticas.

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