Almadina e Santa Cruz da Vitória encerram os festejos de São Pedro

A ex-vocalista do grupo Aviões do Forró, Solange Almeida e um dos maiores forrozeiros à nível nacional, Dorgival Dantas são algumas das atrações do São Pedro de Almadina, que começa nesta sexta-feira, 5 e segue até domingo, 7. Nesse mesmo período acontece o Arraiá da Folia, em Santa Cruz da Vitória, em comemoração aos 57 anos de emancipação política.

As festividades começam nesta quinta-feira, 4, em Santa Cruz, com a Noite Gospel, a partir das 18 horas, na praça Manoel Alves Lira, com as seguintes atrações: Moreno em Cristo, Milla & Banda, Banda Intimidade e Adoração, Emanuelle e Elaine.

Na sexta-feira, 5, a programação fica por conta de Cia do Xote, Sinho Ferrari, Trio da Huanna e Robertinho do Forró. Logo no sábado, 6, se apresentam Cris Mel, Kart Love, Daniel Vieira e La Bregadeira. No último dia, domingo, 7, a festança encerra com Sivirina Chique Chique, Pipoco do Trovão, La Fúria, Parangolé e Colher de Pau.

São Pedro

Em Almadina, o tradicional São Pedro fica por conta de Solange Almeida, Dorgival Dantas, Cangaia de Jegue, Estakazero, Rayane Martins, Netinho do Forró, Xote Apimentado, Vanoly Cigano, Lordão e Ruan Rocha.

De acordo com o prefeito de Almadina, Milton Cerqueira, a cidade entrou para o circuito nacional do forró, promovendo uma grande festa que durou 4 noites em 2018. Ele também ressaltou que a festa ficou marcada pelo excelente esquema de segurança, que será mantido este ano.

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ITAPÉ RECEBE PROJETO “RESPEITA AS MINA” NO COMBATE DA VIOLÊNCIA CONTRA À MULHER

O projeto “Respeita as Mina” – Litoral Sul, de enfrentamento à violência contra as mulheres, chega a Itapé. O projeto prevê a realização de ações, a exemplo das caravanas da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM-BA), em parceria com a Prefeitura Municipal de Itapé, visando fortalecer a rede de atendimento às mulheres em situação de violência, por meio de ações de prevenção e enfrentamento.

O primeiro encontro acontecerá através da reunião de sensibilização, agendada para o *dia 5 de Julho, na Câmara de Vereadores de Itapé.*

A caravana tem o intuito de engajar e sensibilizar a população local para a importância da luta contra a violência às mulheres, buscando o fortalecimento da rede de atenção e também a conscientização da população em geral, principalmente da juventude para as graves consequências do machismo.

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Pesquisa mostra representação feminina nas eleições e financiamento das campanhas

A pesquisa Democracia e Representação nas Eleições de 2018: campanhas eleitorais, financiamento e diversidade de gênero divulgada nessa quarta-feira, 3 de julho, mostra a aplicação dos recursos públicos para candidaturas de mulheres nas eleições de 2018. Dividido em duas etapas, o mapeamento faz uma análise inicial do cumprimento da legislação eleitoral sobre as cotas de gênero para candidaturas e destinação de recursos. No futuro próximo, a pesquisa detalhará as candidaturas falaciosas, conhecidas como laranjas.

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a aplicação mínima de 30% do fundo público de financiamento de campanhas em candidaturas femininas, a partir das eleições de 2018, como condição obrigatória para a liberação dos recursos. O TSE analisou o artigo 10, parágrafo 3º, da Lei das Eleições 9.504/1997. A partir da decisão, um aumento de 13,6% no valor médio recebido pelas candidatas à Câmara dos Deputados foi identificado, passando de R$ 133 mil para R$ 151 mil, de 2014 para 2018.

A medida também reduziu a disparidade entre os recursos destinados às candidaturas masculinas e femininas. Até 2014, as mulheres recebiam menos de um terço do valor destinado aos homens. Em 2014, o candidato homem recebia, em média R$ 479,4 mil para a campanha, enquanto a mulher conseguia apenas R$ 133,4 mil. Em 2018, a média para homens ficou em R$ 242,7 mil, enquanto das mulheres subiu para R$ 151,6 mil.

O porcentual subiu de 27,8% para 62,4% da verba total, de 2014 para 2018, segundo mostra o estudo. No entanto, o aumento de recursos para mulheres trouxe à tona um outro problema, os partidos utilizaram candidaturas laranjas para cumprir a cota. Além disso, houve uma redução de verba destinada aos candidatos por conta da proibição de doação de pessoas jurídicas para financiamento eleitoral e a falta de clareza sobre a aplicação do fundo também impactou nos resultados.

Fundos
O mapeamento mostrou: pelo menos 62% e 58% dos partidos não cumpriram a cota de financiamento de recursos oriundos de Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (FEFC) e do Fundo Partidário, respectivamente. No primeiro caso, apenas 13 dos 34 partidos atingiram a proporção de 30%. No segundo, apenas 14 deles conseguiram a norma. Como o TSE não especificou se os 30% deveriam ser aplicados em candidaturas proporcionais, majoritárias e/ou de vices e suplentes, muitos partidos preencheram vagas de vice e suplentes com mulheres para cumprir a cota.

Produzido pelas professoras Catarina Barbieri e Luciana Ramos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Direito SP, o estudo também trouxe outras analises, dentre elas: homens brancos representam 43% das candidaturas e receberam 61,4% das receitas, em 2018. Quase 13% dos concorrentes foram mulheres e negras, e elas conseguiram somente 5,7% das receitas, o que demostra a sub-representatividade feminina, quando se analisa o recorte da raça. Ainda assim, a pesquisa aponta aumento efetivo das mulheres eleitas e na proporção de recursos. Entre os deputados federais, atualmente, 77 são mulheres, 15% do total de 513.

Eleição de deputadas
Ao analisar especificamente as candidaturas à Câmara dos Deputados, o mapeamento mostra cerca de 22% do total de recursos da última eleição para mulheres, em 2014, elas ficaram com apenas 9,3% da verba. Ao analisar os números de eleitos, a proposição de deputadas subiu de 10% para 15%, de 2015 para 2019. Contudo, o Brasil ainda está entre os últimos colocados em paridade de gênero e o enfrentamento tem resultados lentos. Em 1982, das 479 vagas apenas cinco deputadas federais foram eleitas.

Duas décadas depois, em 2010, das 513 cadeiras 45 foram ocupadas por mulheres; e em 2014 e 2018 foram 51 e 77 deputadas, respectivamente. Conforme mostra o estudo, em todos esses anos, o porcentual de mulheres eleitas à Câmara não passou da marca de 15%. Em relação à trajetória e ao capital político, os dados mostram aumento de 20% para 27% de novatas na política, nas duas últimas eleições. Das 77 eleitas no ano passado, 21 estão no primeiro mandato e 16 delas se filiaram ao partido pelo qual disputará a eleição no mesmo ano.

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Da Agência CNM de Notícias, com informações da Folha de S. Paulo

ITAJUÍPE: MICA PEDRO DOS LAGOS SURPREENDE E SUPERA MAIOR PÚBLICO DA HISTÓRIA

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Mais de 33 mil pessoas estiveram em Itajuípe na última noite do Mica Pedro dos Lagos, neste dia 1ª de julho. De acordo com a polícia militar, este foi o número de pessoas que compareceram ao Mica Pedro dos Lagos nesta segunda-feira (01), último dia de festa. Com as apresentações de Di Mala i Cuia, Vanoly, Netinho do Forró e Lambasaia, a noite foi memorável e superou todas as expectativas dos organizadores.

A banda local Di Mala i Cuia abriu os trabalhos da noite, com o forró tradicional, levando a galera a arrastar o pé na praça de festas, pelo terceiro ano seguido. Logo após, Vanoly entrou e arrastou a legião de fãs que possui na região para Itajuípe, fazendo todos cantarem seus sucessos. Netinho do Forró não foi diferente, agitou a galera com um forró eclético, moderno e que levantou todo o público com sua energia e animação no palco. Ainda convidou ao palco Juninho Espoliano, influencer digital que arrasou na dança com Netinho no palco, enlouquecendo seus fãs itajuipenses.

Com a chegada de Lambasaia ao palco, a multidão arrepiou cantando e dançando ao som do ritmo sensual nascido na Bahia. Léo Dumóve arrebentou e todos os limites foram superados na última apresentação da noite! Muita lambada, muita alegria e o Lambasaia deixou o Mica Pedro dos Lagos com gostinho de quero mais!

O Prefeito Marcone Amaral reafirmou o sucesso da festa: “Foram três dias de festa e que vão deixar saudades! Muita organização, um público maravilhoso, que fez com que nossa festa fosse a mais incrível de todas! Que venha 2020 pois o Mica Pedro dos Lagos espera por toda a região no próximo ano! Mica Pedro dos Lagos, Itajuípe Muito Mais Cultura, Amor e Tradição! Até 2020!”, declarou.

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Municípios e Estados buscam apoio para se manterem no texto da Comissão Especial da Nova Previdência

O impasse para reinclusão dos Municípios e Estados no relatório da comissão especial da Nova Previdência – Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019 – tem demandado esforços do movimento municipalista e de governadores. Com a votação prevista para esta semana, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), promoverem reuniões com gestores estaduais e municipais para buscar um acordo.

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O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, participou de boa parte da agenda para apresentar posicionamento do movimento municipalista favorável à aplicação das regras para servidores públicos federais, estaduais e municipais. Alcolumbre realizou um primeiro encontro com os governadores do Ceará (CE), Pará (PA), Piauí (PI), Paraíba (PB) e Alagoas (AL), além dos líderes do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e da maioria na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na noite de segunda-feira, 1º de julho.

Já no final da manhã desta terça-feira, a residência oficial do presidente da Câmara recebeu os governadores da PB, CE, AL, PI e Espírito Santo (ES) e Goiás (GO), além do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e do presidente da CNM. Para os presentes, a união dos governos estaduais e municipais e a articulação direta com os deputados serão imprescindíveis para garantir a reinclusão dos entes, seja na comissão especial ou em plenário.

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Segundo Aroldi, as discussões reforçaram a relevância da proposta para a governabilidade do país, que enfrenta déficit previdenciário crescente. Apesar dos pedidos, incluindo os próprios presidentes das Casas, para manutenção dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) no texto, no início da tarde, já estava sendo amplamente divulgada a exclusão na versão final do relatório – fruto de acordo dos líderes da Câmara. A complementação de voto do relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), está prevista para as 16h.

“Não vai se retirar nenhuma receita existente do governo federal, mas vai se construir um apoio à situação (de dificuldade) que os Municípios e os Estados vivem. É importante que essa votação unifique a Federação: prefeitos e governadores com o Parlamento. Para que isso ocorra precisamos do comprometimento de todos os deputados ligados aos governadores”, cobrou Maia.

A CNM tem participado de diversas reuniões desde o início do ano e promovido campanha no site e nas redes sociais nas últimas semanas para alertar gestores e parlamentares sobre os impactos da reforma. Estima-se que as mudanças no atual sistema podem gerar uma redução de despesa de R$ 41 bilhões em quatro anos e R$ 170 bilhões em 10 anos com aposentadorias e pensões somente para os 2.108 Municípios com Regimes Próprios.

Da Agência CNM de Notícias com informações das Agências Câmara e Senado

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