Amurc parabeniza a Uesc pelos 47 anos de patrimônio

A Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano – Amurc parabeniza a Universidade Estadual de Santa Cruz – Uesc pelos 47 anos do Campus e relevância na educação superior da sociedade baiana.

Instalada na região sul da Bahia, a universidade abrange a área de atuação dos municípios que integram a Amurc, formando e capacitando profissionais das diversas áreas de Ensino Superior.

O seu potencial histórico é fruto de uma geração aguerrida e defensora da Educação, que impulsiona os seus sucessores a continuar lutando em defesa do grande patrimônio para a Bahia e para o Brasil.

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UESC, um grande patrimônio da sociedade baiana

47 do Campus Soane Nazaré de Andrade. Mais que construções físicas, neste Campus construímos sonhos e ajudamos a transformá-los em realidade

Prof. Alessandro Fernandes de Santana,

Com saudades do Campus, celebramos seus 47 anos de tantas histórias. Não apenas a história da Universidade Estadual de Santa Cruz, mas de todos docentes, discentes, técnicos, terceirizados, comunidade externa que aqui, neste Campus, viveram e viverão experiências memoráveis.

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Nunca paramos de construir: construímos prédios novos que crescem para atender a demanda da comunidade, da ciência e da tecnologia; construímos cidadãos comprometidos com a sociedade; construímos uma cultura de respeito e coletividade. Construímos juntos, construímos sonhos!

No meio de uma natureza exuberante florescem pavilhões, laboratórios, acervos, salas de aulas, espaços de diálogo, centro de cultura, auditórios, restaurante, espaços de cuidado com o corpo e a mente. Mas, eles não brotaram espontaneamente, foram frutos do plantio árduo de pioneiros sonhadores e sucessores igualmente determinados a tornar o sonho realidade.

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Sobre o alicerce da Ceplac foi criada a Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna – Fespi, antecessora da Uesc, em 1973. No dia 22 de abril do ano seguinte, no terreno doado pela família do Sr. Manoel Nabuco, foi inaugurado o Campus Professor Soane Nazaré de Andrade, carregando a honra do nome do idealizador e primeiro Diretor Geral da Fespi. Cinco anos depois já estava sendo construído o que hoje é o prédio central da Universidade, a Torre Administrativa, nomeado Edifício José Haroldo Castro Vieira; homem que, à frente da Ceplac, empreendeu a Universidade para o bem de tantas gerações, junto com tantos outros, a exemplo do Prof. Altamirando de Cerqueira Marques, que como reitor exerceu um importante papel no processo de estadualização da Uesc, em 05 de novembro de 1991. Após a gestão do Prof. Altamirando Cerqueira Marques, sucederam-se respectivamente as gestões da Reitora Reneé Albagli Nogueira, do Reitor Antônio Joaquim Bastos da Silva e da Reitora Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro e do Reitor Evandro Sena Freire - este último, concluindo a gestão da Reitora Adélia - todas importantíssimas para o avanço e consolidação da UESC.

A estrutura lançada por seus idealizadores, homens e mulheres, que na década de 60 sonharam com uma Universidade na Região Sul da Bahia, já encontra na Uesc de hoje sua realização e isto é só o começo de uma história de lutas pelo bem da nossa região e em acolhimento de todos que, nascidos aqui ou mesmo do outro lado do mundo, desejam construir suas histórias junto com a nossa. Somos uma Universidade democrática, cada vez mais inclusiva, plural e diversa.

Se três escolas isoladas: a Faculdade Direito e da Faculdade de Filosofia, ambas de Ilhéus e da Faculdade de Economia de Itabuna, iniciaram a FESPI, hoje a Uesc conta com 10 Departamentos Acadêmicos, 33 cursos de graduação, 25 cursos de mestrados, 8 cursos de Doutorados, além de 17 cursos de Especialização. Realizamos com competência as atividades finalísticas de ensino, pesquisa e extensão, estamos avançando no processo de internacionalização acadêmica e contribuímos de forma efetiva para o desenvolvimento da Região Sul da Bahia e para o Estado da Bahia. Best online casino in Bangladesh mostbet-bangladesh.biz , official site. A Universidade Estadual de Santa Cruz, é um grande patrimônio da sociedade baiana.

A comunidade acadêmica é composta por aproximadamente 7 mil discentes dos mais variados lugares do Brasil e do mundo - na última seleção do SISU, foram aprovados discentes de 22 Estados da Federação, além de contarmos com estudantes de Intercambistas dos 17 países com os quais a Uesc possui 39 convênios de intercâmbio acadêmico, estando mais 5 convênios em processo de assinatura -, somos 774 docentes oriundos das mais diversas partes do Brasil e do mundo, 369 técnicos administrativos e 448 estagiários e bolsistas, somados aos servidores terceirizados.

Temos uma imensa gratidão por todas as pessoas que ajudaram na construção do que a Uesc é hoje, temos a consciência dos grandes desafios que nos esperam pela frente pois, teremos que atender às demandas atuais da sociedade e preparar a Uesc para o futuro que bate às nossas portas em cenários difíceis e incertos. Mas é aqui neste Campus de paz, que comunidade acadêmica da Uesc e a comunidade externa, em conjunto produzem e disseminam ciência, cultura e arte.

Viva a Universidade Estadual de Santa Cruz – Uesc!

 

 

Alessandro Fernandes de Santana é Reitor da Uesc

UPB articula reunião com associações municipalistas do Norte e Nordeste

Diante das dificuldades orçamentárias enfrentadas pelos municípios do Norte e Nordeste, que vão além do cenário da pandemia do novo coronavírus, a União dos Municípios da Bahia (UPB) realizará na próxima terça-feira (20), às 14h, uma reunião virtual com os presidentes de associações municipalistas dos estados das duas regiões. O encontro tem por objetivo a unificação da pauta municipalista prioritária pelos 16 estados do Norte e Nordeste, para que as tomadas de decisões ocorram de forma conjunta, viabilizando assim o fortalecimento regional junto ao Congresso Nacional.
 
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De acordo com o presidente da UPB, Zé Cocá, é preciso considerar as dificuldades que são peculiares às regiões Norte e Nordeste. “A gente precisa ter um olhar diferenciado para os municípios dessas regiões. Temos pautas específicas, são municípios pobres e pouco industrializados que têm no FPM [Fundo de Participação dos Municípios] a principal fonte de receita e sofrem com a grande dependência da União”, destacou o gestor.

O evento será conduzido pelo presidente da UPB e terá como convidado ainda o presidente da CNM, Glademir Aroldi, e a apresentação de todos os presidentes das associações/federações municipalistas do Norte e Nordeste. 

 
Confira a pauta municipalista prioritária:

1. Vacinação contra a Covid-19 pelo Governo Federal;

2. Proposta de diminuição da alíquota patronal de 22,5% para 10% e a aprovação de uma PEC com o objetivo de criar um parcelamento especial dos débitos previdenciários dos municípios em 240 parcelas, com alíquota de no máximo 1% da receita corrente líquida;

3. Suspensão temporária da obrigatoriedade do recolhimento das contribuições previdenciárias, considerando o estado de calamidade pública e a crise econômica em decorrência da pandemia da Covid-19;

4. Aprovação da PEC 391/2017 que estabelece acréscimo de 1% da arrecadação de IR e IPI ao FPM, em parcela única no mês de setembro (1% no FPM em setembro);

5. Retomada do auxílio financeiro emergencial para custeio e investimento, a ser repassado pela União aos municípios com o objetivo de mitigar as dificuldades financeiras decorrentes da pandemia da Covid-19;

6. Prorrogação das obrigações municipais previstas pelo eSocial, considerando o estado de calamidade pública e a crise econômica em decorrência da pandemia da Covid-19;

7. Inclusão no orçamento federal para recursos da Defesa Civil;

8. Derrubada do veto presidencial nº. 48/2020 da Lei 14.057/2020, em 17/03/2021, pelos deputados federais, que excluía o parágrafo único do art. 7º com o intuito de impossibilitar o rateio em forma de abono das verbas do FUNDEF, corroborando com o entendimento atual do Tribunal de contas da União – TCU;

9. O que ocorrer.

Amurc encampa a luta pelo não fechamento da clínica de Hiperbárica

“A região Sul da Bahia pode perder a Clínica de Medicina Hiperbárica”, especializada no tratamento de feridas de difícil cicatrização, em Itabuna. A afirmação foi feita pelo médico e um dos sócios do estabelecimento, Antônio Vieira, durante uma reunião nesta quinta-feira, 15, com o presidente da Amurc e prefeito de Itajuípe, Marcone Amaral.

O gestor estará procurando soluções junto às autoridades para que haja uma maior contratualização e assim manter a clínica hiperbárica em funcionamento. “A Amurc vai se colocar à disposição e lutar para que não aconteça o fechamento da clínica hiperbárica, dialogando com os prefeitos e com o governo do Estado para verificar qual a solução iremos adotar”, afirmou Marcone.

O serviço que tem uma grande demanda reprimida na região, principalmente entre pacientes com úlceras varicosas. Antigamente, eram realizadas 600 sessões e, recentemente, caiu para 100/mês. Ou seja, saiu de 42 para 10 pessoas atendidas por mês. “Existe uma procura muito grande, mas há uma necessidade de uma maior contratualização por parte dos municípios e do Governo do Estado”, disse o Doutor Vieira.

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UPB quer que Congresso destrave reforma tributária ampliando arrecadação dos municípios

Zé Cocá afirma que ampliar participação das prefeituras no bolo tributária levará investimentos aos municípios do interior

O movimento municipalista nacional e entidades ligadas à fiscalização e tributos lançaram na última semana uma carta em defesa da ampla reforma tributária. O documento defende uma reforma completa, “não em etapas, como está sendo sugerido pelo Governo Federal”, diz o texto. A União dos Municípios da Bahia (UPB), que é representada no debate pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), defende que o Congresso Nacional se debruce sobre o tema e dê uma resposta à sociedade, ampliando a base da arrecadação municipal.

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“Essa é uma pauta essencial. Hoje, a União concentra praticamente todas as receitas do recolhimento de impostos no Brasil e repassa aos municípios apenas uma pequena parcela em transferências obrigatórias”, reclama o presidente da UPB e prefeito de Jequié, Zé Cocá. Ele afirma ser “injustificável” que, com o volume de serviços prestados, as prefeituras tenham participação de apenas 15% da riqueza nacional, “outros 5% a 6% são repassados em forma de complementação e emendas parlamentares, que é o mesmo que manter os municípios mendigando apoio para fazer investimento”, lamenta o gestor.

Na Carta, além da CNM, o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), o Centro de Cidadania Fiscal (CCIF), a Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) e o Movimento Destrava Brasil defendem a reforma, também, como superação das desigualdades socioeconômicas regionais e criticam “disputas federativas autofágicas em torno do ICMS e ISS”. O documento ainda aponta a necessidade de modernizar o sistema tributário brasileiro, que é o único país economicamente relevante do mundo que separa a base entre bens e serviços, indo na contramão das práticas tributárias das nações mais modernas.

Zé Cocá explica que “é necessário que a reforma tributária, assim como o novo Pacto Federativo, dê aos municípios maior independência financeira para realizar investimentos locais e prestar um serviço de qualidade à população”. Segundo ele, na UPB, “uma das nossas principais lutas, é sem dúvidas, diminuir essa desigualdade entre o governo federal, estados e municípios através de uma divisão mais justa do bolo tributário”.

 

AMURC
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