Vice-governador e Prefeito de Ilhéus assinam termos de compromisso em prol da produção de chocolate

Termos buscam encurtar e dinamizar a produção de chocolate fino original da região

Ao lado do vice-governador João Leão o prefeito Jabes Ribeiro assinou termos em prol da indústria de chocolate. Foto Secom Ilhéus 2
Ao lado do vice-governador João Leão o prefeito Jabes Ribeiro assinou termos em prol da indústria de chocolate.

O vice-governador da Bahia, João Leão, esteve em Ilhéus neste sábado, 13, para assinar, juntamente com o prefeito Jabes Ribeiro, dois termos de compromisso com o município, na intenção de fortalecer a produção de cacau de origem na cidade. O ato ocorreu durante o 7º Festival Internacional do Cacau e Chocolate (FICC) e contou com as presenças do diretor-presidente da Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial da Bahia (Sudic), Jairo Vaz, do secretário estadual de Turismo, Nelson Pelegrino, do deputado federal Davidson Magalhães, do organizador do FICC, Marco Lessa, além de secretários municipais e outras autoridades.

Um dos documentos assinados envolve diretamente o município de Ilhéus. Segundo o prefeito Jabes Ribeiro, a proposta da administração municipal, em parceria com o Estado, é dinamizar o pólo industrial, localizado na zona norte. "Sabemos que vários fatores influenciaram na queda da produção de eletrônicos, que era o forte do nosso pólo, mas não podemos viver a mercê disso. Por isso, nos comprometemos a contribuir para que indústrias de chocolate passem a ocupar o espaço deixado pelas empresas de tecnologia", explicou Ribeiro.

Também foi assinado o termo que reserva área de cerca de 12 mil², localizada no distrito industrial de Ilhéus, para instalação da fábrica de chocolates finos da Associação de Produtores de Cacau (APC Cooperativa). O terreno é de propriedade da Sudic. A unidade processadora deve beneficiar cerca de 250 pequenos produtores da região, de acordo com o superintendente do órgão, Jairo Vaz.

Para o vice-governador da Bahia, João Leão, a reserva do terreno para instalação da fábrica de cacau representa o encurtamento do processo de fabricação desse produto. Ele enfatiza que, hoje, para se ter chocolate fino na região, os produtores da APC, por exemplo, precisam terceirizar a produção em Salvador. "Agora, vamos diminuir esse caminho, cedendo o terreno e também abrindo as portas para um possível financiamento para da instalação dessa fábrica", finaliza Leão.

Secretaria de Comunicação Social – Secom.

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